Investimento em equipamentos que somados à cortes no orçamento possam reduir o prejuízo da companhia no 1T12. Assim está a Gol: economia em tempo e combustível, turbinas desenvolvidas para queimar menos 2% de querosene de aviação, criação de novas bases de tripulantes para economizar na estadia, estudo de todos os componentes de um avião, como assentos mais leves e até o peso ideal do saco de gelo.
A estratégia de redução de custos, presente no dia a dia das empresas aéreas, ganhou ainda mais relevância na Gol. Isso aconteceu após ela ter registrado o segundo maior prejuízo de sua história, de R$ 751 milhões em 2011. No primeiro trimestre deste ano, nova perda, de R$ 41, 4 milhões. Isso faz com que Gol se readeque ao seu novo tamanho.
Depois de dispensar 300 tripulantes de janeiro a março, após reduzir em cerca de 10% sua malha de voos domésticos a companhia também divulgou que vai reduzir sua frota em relação ao patamar de 2011, quando encerrou o ano com 150 aviões. Até 2013, serão menos 14 aeronaves, incluindo a Webjet, adquirida em julho do ano passado. Em 2012, a Gol deve permanecer com o mesmo patamar de participação de mercado, de 34%. A empresa vai reduzir em até 2% sua oferta.
Luciano Palumbo






