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Segundo diretor da Iata no Braisl, por sua dimensão territorial, população e tamanho da economia, o país tem tudo para crescer (Divulgação/Inframerica)

O número de rotas domésticas no Brasil ultrapassou os níveis pré-pandemia em 12,5% agora em outubro, segundo a Iata (Associação Internacional de Transporte Aéreo), em evento presencial sobre a retomada e as perspectivas da indústria nacional e global da aviação realizado na última semana.

“Por sua dimensão territorial, população e tamanho da economia, o país tem tudo para crescer. A partir do momento em que tivermos um ambiente de baixo custo e maior alinhamento às melhores práticas mundiais do setor, criaremos as condições ideais para um crescimento robusto do mercado brasileiro nos próximos anos”, afirma Dany Oliveira, diretor-geral da Iata no Brasil.

Tiago Pereira, diretor da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), reforçou a importância de adotar medidas que reduzam os custos para uma retomada total da aviação. “No Brasil, o transporte aéreo é popular, mas não universal. E reduzir o preço das passagens é fundamental para aumentar a demanda. Por isso, temos que avançar em questões como a judicialização e o custo do combustível, que hoje representa de 45% a 50% dos custos das empresas aéreas, o que impacta diretamente no preço da passagem”, explica.