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Aviação

Passaredo manterá identidade da MAP e quer expandir operação no Norte

A Passaredo Linhas Aéreas irá manter e possivelmente ampliar a operação da MAP na região Norte. O presidente da Passaredo, José Luiz Felício Filho, ressaltou que a aquisição da companhia proporciona um ganho nacional em incremento no número de voos e postos de trabalho. Felício ressalta ainda que não haverá mudança na marca MAP Linhas Aéreas, que continuará operando com o mesmo nome.

Entrevista coletiva - Passaredo.

José Luiz Felício Filho, presidente da Passaredo

“Nós manteremos a operação da forma como está posicionada, tanto em número de voos, como de frota e postos de trabalho”, afirmou Felício. Segundo ele, há expectativa de aquisição de pelo menos mais dois novos aviões até o final do ano, além do que deverá chegar nas próximas duas semanas. Com a união, a Passaredo dobra sua frota, passando a contar com 12 aeronaves modelo ATR e a atender 28 destinos brasileiros.

De acordo com ele, um grupo de trabalho está sendo formado para a criação de uma pauta de prioridades a serem executadas na região Norte, tanto no que diz respeito ao aumento da frequência de voos nas cidades que já são atendidas, quanto também na inclusão de novos destinos no portfólio. “Temos um compromisso com o Governo do Estado de entender os gargalos existentes na aviação regional e dar a nossa contribuição”, frisou.

Felício destaca que a região tem um potencial imenso a ser explorado. Por ano, são 10 milhões de pessoas transportadas por embarcações. “Enxergamos nesse nicho uma grande oportunidade para oferecer os nossos serviços. A política da Passaredo, nos seus 25 anos de atuação, é de conquistar novos passageiros, pessoas que nunca viajaram de avião, para conhecer esse tipo de transporte”, frisou.

Em relação ao valor das passagens aéreas, o presidente da Passaredo reforçou que a companhia entende as necessidades do consumidor e que procura manter uma política tarifária pautada na redução dos custos operacionais e, consequentemente, do valor das passagens.

A presidente da Amazonastur, Roselene Medeiros, destacou que a união das duas empresas contribuirá para a melhoria da malha aérea interna e isso também ajudará na interligação da região ao restante do País. “A partir do momento que se cria alternativas para trazer para a capital a pessoa que mora no interior e que precisa ir para os grandes centros, a gente está incrementando a malha nacional”, exemplificou.

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