Segundo recente previsão do Mercado Global (GMF) da Airbus, o mercado aéreo mexicano exigirá 634 aeronaves até 2032 para atender à demanda do país. Os 539 modelos de corredor único, 81 de dois corredores e 14 aviões muito grandes devem ajudar a atender à demanda de companhias aéreas domésticas e estrangeiras.

O aumento anual de 4,9% no tráfego do México nos próximos 20 anos está acima da média mundial. Ele é impulsionado pelo crescimento da classe média local, que gerou maior gasto dos consumidores e também pelo turismo, com o país sendo o destino número um no continente.

O México representa 16% do tráfego aéreo da América Latina, o que o torna o segundo maior mercado da região, depois do Brasil. Ainda na região, companhias aéreas de baixo custo são responsáveis por quase 40% de todo o tráfego aéreo.

Nos últimos cinco anos, o crescimento das mexicanas nos mercados doméstico e internacional levou à rápida expansão da rede. Entre 2010 e 2013, as empresas quadruplicaram o número de novas rotas internacionais, aumentando drasticamente sua presença fora do país.

Arthur Stabile