Guilherme Paulus, presidente da GJP
Guilherme Paulus, presidente da GJP

Com hotéis e resorts localizados do Sul ao Nordeste do Brasil, a GJP Hotels & Resorts já é a maior cadeia hoteleira brasileira no segmento de lazer. Segundo Guilherme Paulus, presidente da rede, a ideia é transformar a GJP em uma das maiores rede brasileira de hotéis no Brasil. “A meta é termos 19 hotéis até o final de 2015 e em três anos termos 50”, disse.

A GJP atua com categorias de hotéis econômicos (Linx), midscale e upper midscale (Prodigy) e também os hotéis upscale/luxo (Wish). Atualmente, a GJP possui 14 hotéis e até o final de 2015 serão 19. Os cinco que serão inaugurados são: Recife (PE), a partir de 31 de janeiro; no aeroporto do Santos Dumont (RJ) em junho; aeroporto Cofins (MG) e Brasília; além de uma unidade em Vitória (ES).

Para atingir a meta ainda há um plano de abrir 19 hotéis três estrelas da marca Linx no Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Desses, um já esta em andamento na cidade de Santa Maria (RS). “Além desses, já temos área para construção de empreendimentos nas cidades de Maceió (AL)e Aracajú (SE)”, lembrou.

Segundo Paulus, o foco da GJP é ter hotéis em todas as cidades brasileiras. “O país é muito grande e temos muitos mercados a trabalhar. Mas a ideia de internacionalizar não esta descartada, só aparecer a oportunidade certa que fechamos negócio”, antecipou. De acordo com o presidente, já houve ofertas vindo de Portugal e Orlando e afirmou que há uma grande possibilidade de abrir um hotel em NY. “Já esta na pauta, mandamos proposta para um banco que é dono. Mas vai demorar ainda”, confirmou.

IPO – Segundo Guilherme Paulus, o caminho da GJP será o mesmo da CVC em abrir capital. “Isso é provável que aconteça. Quando a empresa cresce muito precisamos ampliar o portfólio para apresentar ao mundo. E a única maneira é abrir capital para ter acionistas que vão ajudar nesse processo”, explicou.

Resultados – Em relação ao ano de 2014, Paulus diz que os resultados serão positivos, apesar de tudo. A expectativa é crescer entre 12% e 13,5%. “Comparado ao país que não cresceu nada, esse volume é excepcional”, declarou.