A Renase, agência de eventos corporativos, viagens e incentivos de São Paulo, espera, este ano, ao menos repetir o faturamento de 2014: “claro que a Copa do Mundo afetou negativamente o setor de eventos corporativos, mas a economia já estava combalida e à espera das eleições. 2015 começou com cancelamentos de projetos que já estavam previstos e, alguns, até mesmo pagos”, disse Sergio Macera, um dos sócios fundadores da empresa.
Para o diretor, as perspectivas não são boas. “Não acreditamos que haverá crescimento de eventos este ano, nem no ano que vem. Dados divulgados recentemente por entidades como IEVC, Alagev, Abracorp e GBTA preveem melhora do cenário apenas em 2017”, comenta.
Macera relata também uma desaceleração nas contratações. Fundada com dois funcionários – os dois sócios – e hoje com uma equipe de 30 pessoas, o diretor conta que colaboradores que saem não estão sendo substituídos. “Três pessoas de nossa equipe que foram para o mercado este ano não foram repostas; optamos por dividir suas carteiras de clientes entre outros funcionários, por precaução. Esperamos não precisar demitir”, explica.
Os números totais da operação entre 2011 e 2014 refletem os bons e maus momentos da economia no Brasil no período:
Ano | Quantidade de eventos | Faturamento em dólares | Crescimento |
2011 | 106 | USD 3,200,000.00 |
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2012 | 320 | USD 6,170,000,00 | 93% |
2013 | 374 | USD 8,764,000.00 | 42% |
2014 | 270 | USD 6,700,000.00 | -23,5% |







