
O Country Director da Associação Internacional do Transporte Aéreo (Iata) no Brasil, Dany Oliveira, destacou a recuperação da aviação doméstica brasileira, que mais se recuperou em relação ao ano de 2019, quando comparada aos grandes mercados domésticos de aviação em todo o mundo. Em post na rede social LinkedIN, Dany revela que, em 2022, a demanda doméstica brasileira ficou apenas 5% abaixo dos níveis observados em 2019.
O resultado segundo Dany Oliveira, coloca o Brasil primeiro lugar da retomada mundial e logo seguida pelos Estados Unidos. “O resultado é muito impressionante, considerando os altíssimos custos para se operar no Brasil. O tráfego doméstico mundial em 2022 atingiu, por exemplo, 79,6% dos níveis observados pre-Covid 19 e os outros grandes mercados domésticos de aviação ainda estão lutando para se recuperar”, destacou o Country Director.
Ainda segundo ele, clobalmente, o setor aéreo deixa 2022 muito mais forte do que entrou, já que a maioria dos governos suspendeu as restrições de viagem durante o ano e as pessoas aproveitaram a restauração de sua liberdade para viajar.

“Espera-se que esse ímpeto continue em 2023, apesar das reações exageradas de alguns governos à reabertura da China. É vital que os governos aprendam a lição de que as restrições de viagens e o fechamento de fronteiras têm pouco impacto positivo em termos de retardar a propagação de doenças infecciosas em nosso mundo globalmente interconectado. No entanto, têm um enorme impacto negativo na vida das pessoas, bem como na economia global que depende da livre circulação de pessoas e bens”, disse Dany Oliveira.
O Country Director completa. “Estamos muito satisfeitos em ver o mercado doméstico brasileiro de aviação recuperar sua demanda, mas não podemos mais aceitar as condições de 2019! Precisamos agora resolver, definitivamente, os problemas crônicos que assolam o potencial de crescimento do mercado brasileiro como o altíssimo preço do combustível de aviação, uma enorme insegurança jurídica e ineficiências no sistema”.







