
Depois de uma travessia difícil, o Egito reencontra seu brilho no cenário do turismo global. Com 15,7 milhões de visitantes registrados em 2024 — número que deixa os tempos de pandemia para trás — o país não só retomou seu lugar no mapa das grandes viagens como virou tendência entre os brasileiros.
Não é só pelo apelo histórico das pirâmides ou pelas imagens de cair o queixo que bombam no Instagram. O turismo egípcio ganhou musculatura com investimentos em segurança, infraestrutura e uma sacada certeira: adaptar a experiência ao público internacional.
E quando se fala em brasileiros, um detalhe faz toda a diferença: guias em português. Plataforma de passeios e experiências, como a Civitatis, por exemplo, tem percebido esse movimento de perto, com aumento na procura por roteiros completos com suporte no idioma — o que facilita (e muito) a vida de quem quer explorar o país sem tropeçar no idioma.
O Egito quer mostrar que está pronto
Para quem ainda tinha dúvidas sobre a volta por cima, o país africano agora também lidera o turismo no continente em receita: US$ 6,6 bilhões no último ano, segundo relatório da ONU. Um resultado que reflete não só a força dos atrativos milenares, mas também uma nova forma de se apresentar ao mundo.
Um exemplo claro é a inauguração do Grande Museu Egípcio, em Gizé. O espaço — considerado o maior museu dedicado a uma única civilização — virou o novo cartão de visitas do Egito, colado nas pirâmides e recheado de relíquias que agora têm casa nova.
O Egito também soube se vender melhor. Nas redes sociais, vídeos de passeios de barco no Nilo, pores do sol no deserto e closes em templos como os de Luxor, Kom Ombo e Edfu viralizaram entre os mais jovens. O resultado foi um interesse renovado de quem busca experiências mais autênticas, e não apenas fotos bonitas.
Brasileiros querem o pacote completo
Segundo a Civitatis, os viajantes do Brasil estão apostando nos circuitos fechados, com tudo incluso — desde hospedagem e alimentação até voos internos, entradas e, claro, guia em português.
Os roteiros geralmente começam no Cairo, passam por atrações clássicas como as pirâmides e seguem navegando pelo Nilo até destinos icônicos. Uma maneira prática (e segura) de mergulhar na história e na cultura do país sem se preocupar com os detalhes logísticos.







