
O presidente de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, promulgou o diploma que autoriza a reprivatização parcial da TAP. A decisão foi tomada após esclarecimentos do governo sobre cláusulas que geravam dúvidas, como operações envolvendo o patrimônio da empresa, mudanças na estrutura de capital durante o processo e questões ligadas à insolvência da TAP SGPS.
A etapa seguinte será a aprovação do caderno de encargos, que definirá os critérios técnicos, jurídicos e administrativos da operação, além de abrir uma fase de pré-qualificação de interessados, com duração de 60 dias.
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Nesta primeira fase, o Estado português pretende vender até 49,9% do capital social, reservando 5% para os trabalhadores. O plano é concluir as quatro etapas da operação em até um ano, prazo sujeito a aprovações regulatórias. A Parpública será responsável por avaliar as propostas e elaborar o relatório técnico que seguirá para o Conselho de Ministros.
Entre os grupos que já manifestaram interesse estão Lufthansa, Air France-KLM e o International Airlines Group (IAG), controlador da Iberia e da British Airways.
Com informação do Publituris.







