
Em janeiro deste ano as companhias aéreas Azul e Gol anunciaram a intenção de unir suas operações, mas, segundo o Conselho Administrativo de Defesa Econômica, não houve nenhuma solicitação de análise para aprovação desde então. Caso a fusão se confirme, as duas companhias devem manter suas marcas e certificados operacionais de forma independente
Ainda segundo informou o Cade na sexta-feira (15), o Codeshare entre as duas empresas está na pauta da sessão de julgamento do Conselho desta quarta-feira (20).
Na época, a Azul disse que o objetivo da combinação de negócios é “promover o crescimento da indústria aeronáutica brasileira, por meio de mais destinos, rotas, conectividade e serviços aos consumidores, com aumento da oferta de voos domésticos e internacionais”.
Mas no momento, “está focada em seu processo de reestruturação, que está em andamento na Justiça dos EUA”, de acordo com o portal g1. Já o grupo Abra, controlador das companhias aéreas Gol e Avianca, disse que não está comentando as negociações, mas chegou a assinar um memorando de entendimento com a Azul com o objetivo de unir negócios no Brasil.
Possível fusão
A intenção de uma fusão pode resultar em benefícios para o consumidor com mais opções e produtos, além do aumento de novos destinos atendidos pela aviação brasileira.
Chapter 11
Em janeiro de 2024, a Gol entrou com pedido de recuperação judicial nos Estados Unidos para reestruturar suas obrigações financeiras de curto prazo e fortalecer sua estrutura de capital para ter sustentabilidade no longo prazo. O processo foi concluido em junho deste ano, mas em maio foi a Azul que anunciou a entrada no Chapter 11.
O cenário atual faz com que os possíveis planos fiquem em ‘stand by’ até que a situação da Azul se resolva.







