Trabalhadores sindicalizados entraram em confronto com a polícia no aeroporto de Barajas, em Madri, nesta segunda-feira (18/2), primeiro dia da maior greve da história da Iberia. A companhia aérea deve cortar 3.800 postos de trabalho. Centenas de funcionários protestaram em frente a Barajas e dentro do Terminal 4, com uso da voz e de buzinas. As informações são da Reuters.
Em frente ao terminal, a polícia bateu em alguns grevistas com cassetetes e ao menos cinco manifestantes foram presos. A série de greves deve custar à empresa e à economia nacional milhões de euros em negócios perdidos. Greves antigas teriam custado à Iberia entre dois e três milhões de euros por dia, conforme declarou uma porta-voz à Reuters. A greve desta semana coincide com feriados escolares na Grã-Bretanha, a maior fonte de turistas da Espanha.
Os sindicatos iniciaram as manifestações com uma marcha de oito quilômetros ao redor de Barajas. “Havia um acordo inicial com a empresa quando a fusão com a British foi acordada, mas agora há desacordo”, disse Elias Gonzalez, supervisor de manutenção que trabalha para a Iberia há 27 anos.
Pamela Mascarenhas







