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Destinos

Coronavirus poderá custar bilhões ao turismo mundial

A cidade de Nova York pode ser uma das mais afetadas caso o surto persista

A cidade de Nova York pode ser uma das mais afetadas caso o surto persista

Com o surto do coronavírus, que suspendeu viagens de grupo e compra de pacotes por partes dos chineses, redes hoteleiras, companhias aéreas e armadoras de cruzeiros têm enfrentado diversas complicações em todo o mundo.  Isso porque o número de turistas provenientes da China e de toda a região está cada vez menor em uma das épocas em que o movimento costuma ser muito maior no continente asiático: o Ano Novo Lunar.

Além disso, desde que foi descoberto na cidade de Wuhan, o vírus, que já matou 106 pessoas em todo o mundo, tem impedido a saída de residentes chineses do país. Essa situação tem intensificado uma série de protestos em Hong Kong e disputa comercial do país com os EUA.

De acordo com o Global Data, a China deixou a posição de quarto maior emissor de turistas do mundo, com 47,7 milhões pessoas viajando em 2009, para se tornar o maior emissor, com 159 milhões de turistas viajando em 2019. Isso representou 12,2% de todos os viajantes de saída.

Hotspots asiáticos como Hong Kong, Tailândia, Japão e Vietnã provavelmente serão os mais afetados negativamente, enquanto lugares como EUA e Europa poderão sentir um impacto maior se o surto for duradouro. Autoridades da Tailândia estimam uma perda potencial de receita em 50 bilhões de baht, cerca de US$ 1,6 bilhão.

Atualmente, a China é a quinta maior fonte de turismo estrangeiro para os EUA, com cerca de 3 milhões de viajantes chineses visitando o país em 2018 e gastando mais de US$ 36 bilhões no processo. A cidade de Nova York, em particular, pode ser uma das mais afetadas caso o surto persista, visto que a China é a segunda maior fonte de visitantes estrangeiros da cidade.

“A indústria do turismo já está enfrentando vários contratempos, incluindo incertezas sobre os termos da próxima retirada do Brexit do Reino Unido e intensificando as tensões geopolíticas entre várias nações poderosas”, acrescentou Cordwell. “Esses fatores, combinados com o surto de coronavírus, podem significar um ano difícil para a indústria internacional de turismo”, finalizou.

Fonte: TravelPulse

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