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Aviação

Latam formaliza auxílio de US$ 900 milhões na justiça de NY

Por conta da pandemia de Covid-19, companhia reduziu oferta

O montante se juntará a outras duas formas de financiamento, podendo totalizar um aporte financeiro US$ 2 bilhões

A Latam Airlines formalizou junto ao Tribunal do Distrito Sul Nova York o aporte de US$ 900 milhões (R$ 4,8 bilhões) que será realizado pela Qatar Arways e pelas famílias Cueto e Amaro, principais acionistas do grupo aéreo. O registro da ajuda financeira aconteceu em 26 de maio, mesmo dia em que a companhia anunciou o pedido do Capítulo 11.

O montante se juntará a outras duas formas de financiamento, podendo totalizar um aporte financeiro US$ 2 bilhões. A primeira, viria de grupos privados, incluindo acionistas, empresas e fundos de investimento; e a segunda de caráter público, por meio de ajuda governamental dos países em que a companhia atual. Esta segunda forma, no entanto, pode ser descartada pela companhia, em virtude das dificuldades em conseguir auxilio estatal, tanto no Chile, como em outros mercados.

“Considerando que até agora as empresas do grupo que fazem parte da reorganização não tiveram acesso ao apoio estatal, ao contrário do que aconteceu em grande parte do mundo, o compromisso dos dois principais acionistas foi fundamental para dar continuidade operacional e acessar outras fontes de financiamento”, destacou Roberto Alvo, CEO do Grupo Latam Airlines.

A proposta de apoio financeiro é por meio de DIP (devedor em posse – sigla em inglês). Este formato permite que a empresa em recuperação judicial receba financiamentos para suprir a falta de caixa, pagar fornecedores e arcar com despesas operacionais, desta forma mantendo a sua atividade e garantindo condições para cumprir o plano de recuperação.

O DIP, porém, ganha prioridade de pagamento em relação aos demais financiamentos solicitados pela empresa, além de garantir aos mesmos direitos dos demais credores. Na proposta da Latam, a lista de prioridade para pagamento seria para os grupos privados, seguido pelo credores públicos e por fim Qatar e as famílias Amaro e Cueto.

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