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Aviação / Destinos

Parlamento do Reino Unido pressiona Boris Johnson a proibir voos do Brasil

Primeiro ministro, Boris Johnson, deve anunciar a medida nesta quinta ( Foto: Reuters/Dylan Martinez)

Primeiro ministro, Boris Johnson, deve anunciar a medidas nesta quinta ( Foto: Reuters/Dylan Martinez – Reprodução Agência Brasil)

O primeiro ministro do Reino Unido, Boris Johnson foi pressionado nesta quarta-feira (13) a impor restrições de viagem ao Brasil. Durante reunião no parlamento, a presidente do Comitê de Assuntos Internos, Yvette Cooper, do partido trabalhista, questionou o motivo de o governo ainda não ter imposto restrições de viagens ao Brasil, após a confirmação de uma nova variante do vírus identificada por aqui.

“Você foi avisado sobre a variante Brasil há três dias. Não sabemos, ainda, se essa variante pode prejudicar o programa de vacinação. Por que você não está tomando medidas imediatas, por precaução? ”, questionou Yvette Cooper.

O primeiro ministro respondeu que medidas para verificação e restrição de brasileiros já estavam em implementação, não especificando se haverá ou não uma proibição. A expectativa é de que uma decisão sobre o tema seja anunciada após uma reunião do comitê ministerial que trata de assuntos relacionados a Covid-19, nesta quinta-feira (14). De acordo com a imprensa britânica, uma possível restrição pode incluir não só o Brasil como alguns países vizinhos.

“Estamos tomando medidas para impedir a variante do Brasil, assim como tomamos medidas para impedir que a variante da África do Sul seja importada para este país, como de fato os franceses tomaram medidas para impedir que a variante fosse importada para a França: é o que os países fazem,” afirmou Boris Johnson. O Reino Unido proibiu voos da África do Sul antes do Natal, após o país identificar uma nova variante do vírus

O primeiro-ministro destacou que os testes negativos da Covid seriam necessários para entrar na Inglaterra a partir de sexta-feira (15), mas também apontou a necessidade do que chamou de “abordagem equilibrada”. “O motivo pelo qual desejamos ter uma abordagem equilibrada em nossa política de fronteira é obviamente que você precisa ter certeza de que está equilibrando a ameaça à saúde com a ameaça à economia”, disse ele.

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