
Os destinos mexicanos Puerto Vallarta e Riviera Nayarit se uniram para promover ações no Brasil. Segundo Luis Villaseñor, diretor de Promoção do OVC Puerto Vallarta, o objetivo é ofecerer uma opção diferenciada aos turistas brasileiros. “Queremos que os viajantes conheçam mais do México além de Cancun e Riviera Maya”, disse. Uma das novidades que o diretor antecipou para a região é a inauguração de um parque temático do Circo de Soleil para 2017, localizado entre as duas cidades. A outra novidade é um representante de ambos os destinos no país para trabalhar mais próximos aos agentes.
Uma caravana do Pacífico Mexicano está no Brasil para uma série de eventos. De acordo com Diana Pomar, da CPTM, a ideia é capacitar os agentes e operadores para venderem melhor Vallarta e Nayarit. A capacitação conta com cerca de 25 expositores e já passou por Porto Alegre e São Paulo, as próximas cidades a receber o workshop são Belo Horizonte dia 27 e Rio de Janeiro, dia 28 de agosto. Segundo Diana, a meta é capacitar 400 profissionais.
Segundo Diana, dos 309 mil turistas brasileiros que chegam ao México, menos de 10% visitam essa região. “Nossa estratégia é trabalharmos a diversificação de produtos. Esses dois novos destinos que estamos apresentando são do segmento de luxo que oferecem mais infra e vivência para seus visitantes”, falou.
Para a diretora da CPTM, os destinos apresentados recebem poucos turistas brasileiros devido a dificuldade de conexão, sendo possível chegar somente via Cidade do México ou Guadalajara. “Há mais de seis anos existia um voo fretado da Mexicana, mas ainda não conseguimos reaver essa frequência. Estamos conversando com as companhias e ano passado quase conseguimos, mas a instabilidade econômica atrapalhou. Mas continuamos tentando”, afirmou.
Resultados – Até junho de 2015, o México registrou um crescimento de 15,8% no fluxo de turistas do Brasil. A previsão é manter esses mesmos 15% até o final do ano. A ideia é que até o final do ano o Brasil fique entre o quinto e o sexto lugar no ranking de maiores emissores. Até maio o ranking era EUA, Canadá, UK, Brasil, Colômbia, Argentina e Espanha. Segundo Diana, o canal de distribuição mudou e hoje as OTAs estão ganhando espaço. Ainda assim, os operadores ainda representam 60% das vendas, frente os 15% das OTAs – que desde o início do ano já cresceram 5%.
Fotos: Eric Ribeiro







