A equipe do Royal com Flavia Possani, Antonio Dias, Sandra Neumann e Cesar Nunes
A equipe do Royal com Flavia Possani, Antonio Dias, Sandra Neumann e Cesar Nunes

A ocupação dos hotéis do grupo Royal Palm não sofreu com a realização da Copa do Mundo. “A cidade cresceu – tivemos os investimentos em infraestrutura e no aeroporto e isso mudou o hábito de consumo dentro da hotelaria. O executivo viajou entre os meses de março e maio. Isso modificou o habitual”, disse o diretor executivo, Antonio Dias.

Segundo ele, o Royal Palm Plaza fechou 2014 com uma ocupação de 56%. “isso para um resort com perfil para eventos e corporativo é uma ótima marca”, afirmou. Já nos hotéis executivos [ou de cidades], a ocupação foi de 68% contra 74% em 2013. “Tivemos uma queda, mas não impactou nos resultados finais do ano”, emendou.

Ações – Para manter e ampliar estes números, o grupo lançará um novo site com uma plataforma de reservas mais eficiente e ainda aposta nas redes sociais como canal de divulgação.  

Os canais de agências e operadoras também foram importantes para o empreendimento. Mas segundo Dias, as vendas diretas para o lazer ainda são o principal canal para este segmento. No corporativo as vendas se concentram em realizadoras de eventos e TMCs.

Luciano Palumbo, de Campinas