Descubra os 30 destinos de aluguel por temporada que farão bilhões em 2026
Estudo do CasaTemporada revela os municípios que mais lucram com turismo, locações temporárias, experiências sustentáveis e mais procurados do Brasil (Gemni/IA)

O mercado de aluguel por temporada no Brasil atinge um novo patamar. Em 2026, a previsão é de R$ 18 bilhões em faturamento, com crescimento médio anual de 15% até 2030, impulsionado por digitalização, turismo regional, experiências personalizadas e pelos destinos mais procurados. Cada imóvel alugado representa mais do que hospedagem: é geração de renda direta para restaurantes, comércio, transporte e serviços locais, consolidando o setor como vetor estratégico da economia.

O indicador faturamento médio, a receita estimada por imóvel em períodos de alta demanda, calculada pelo preço da diária multiplicado pelo número de noites ocupadas, permite avaliar o potencial econômico real de cada destino. Por exemplo, um imóvel em Florianópolis com diária de R$ 800 e 20 noites ocupadas gera R$ 16.000, mostrando sua importância econômica para a cidade.

A seguir, os destinos mais procurados que mais movimentam o turismo, com ocupação média, faturamento e períodos de alta demanda:

Rio de Janeiro e Região

Descubra os 30 destinos de aluguel por temporada que farão bilhões em 2026
(Divulgação/Pixabay/Poswiecie)
  • Rio de Janeiro (RJ) – Ocupação média: 82%, Faturamento médio: R$ 18.000, Temporada alta: Dez-Jan, Carnaval
  • Búzios (RJ) – Ocupação média: 87%, Faturamento médio: R$ 15.500, Temporada alta: Dez-Jan
  • Angra dos Reis (RJ) – Ocupação média: 79%, Faturamento médio: R$ 12.000, Temporada alta: Dez-Jan, Semana Santa
  • Paraty (RJ) – Ocupação média: 76%, Faturamento médio: R$ 10.500, Temporada alta: Julho, Dez-Jan
  • Cabo Frio (RJ) – Ocupação média: 85%, Faturamento médio: R$ 13.000, Temporada alta: Dez-Jan, Feriados

São Paulo e Litoral Paulista

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(Gemni/IA)
  • São Paulo (SP) – Ocupação média: 78%, Faturamento médio: R$ 11.500, Temporada alta: Dez-Jan, Eventos corporativos
  • Guarujá (SP) – Ocupação média: 80%, Faturamento médio: R$ 12.000, Temporada alta: Dez-Jan, Férias
  • Ubatuba (SP) – Ocupação média: 83%, Faturamento médio: R$ 12.500, Temporada alta: Dez-Jan
  • Ilhabela (SP) – Ocupação média: 81%, Faturamento médio: R$ 11.800, Temporada alta: Dez-Jan, Julho
  • Santos (SP) – Ocupação média: 75%, Faturamento médio: R$ 9.500, Temporada alta: Dez-Jan

Santa Catarina

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(Gemni/IA)
  • Florianópolis (SC) – Ocupação média: 88%, Faturamento médio: R$ 16.000, Temporada alta: Dez-Jan, Julho
  • Balneário Camboriú (SC) – Ocupação média: 87%, Faturamento médio: R$ 15.500, Temporada alta: Dez-Jan, Julho
  • Bombinhas (SC) – Ocupação média: 85%, Faturamento médio: R$ 14.000, Temporada alta: Dez-Jan
  • Itapema (SC) – Ocupação média: 82%, Faturamento médio: R$ 13.500, Temporada alta: Dez-Jan

Nordeste Brasileiro

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(Gemni/IA)
  • Fortaleza (CE) – Ocupação média: 83%, Faturamento médio: R$ 13.000, Temporada alta: Dez-Jan, Férias
  • Natal (RN) – Ocupação média: 81%, Faturamento médio: R$ 12.500, Temporada alta: Dez-Jan
  • João Pessoa (PB) – Ocupação média: 78%, Faturamento médio: R$ 11.000, Temporada alta: Dez-Jan, Julho
  • Maceió (AL) – Ocupação média: 84%, Faturamento médio: R$ 13.200, Temporada alta: Dez-Jan
  • Salvador (BA) – Ocupação média: 80%, Faturamento médio: R$ 12.000, Temporada alta: Dez-Jan, Carnaval
  • Porto Seguro (BA) – Ocupação média: 82%, Faturamento médio: R$ 12.500, Temporada alta: Dez-Jan
  • Arraial d’Ajuda (BA) – Ocupação média: 79%, Faturamento médio: R$ 11.500, Temporada alta: Dez-Jan

Região Sul

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(Gemni/IA)
  • Gramado (RS) – Ocupação média: 88%, Faturamento médio: R$ 15.500, Temporada alta: Julho, Natal
  • Canela (RS) – Ocupação média: 85%, Faturamento médio: R$ 14.500, Temporada alta: Julho, Natal
  • Curitiba (PR) – Ocupação média: 77%, Faturamento médio: R$ 11.000, Temporada alta: Dez-Jan, Eventos
  • Foz do Iguaçu (PR) – Ocupação média: 80%, Faturamento médio: R$ 12.000, Temporada alta: Dez-Jan, Julho
    Centro-Oeste
  • Caldas Novas (GO) – Ocupação média: 82%, Faturamento médio: R$ 12.500, Temporada alta: Dez-Jan
  • Bonito (MS) – Ocupação média: 84%, Faturamento médio: R$ 13.000, Temporada alta: Julho, Dez-Jan
  • Pirenópolis (GO) – Ocupação média: 79%, Faturamento médio: R$ 11.500, Temporada alta: Julho
    Outros Destinos Relevantes
  • Capitólio (MG) – Ocupação média: 81%, Faturamento médio: R$ 12.000, Temporada alta: Dez-Jan, Julho
  • Maragogi (AL) – Ocupação média: 78%, Faturamento médio: R$ 11.000, Temporada alta: Julho, Dez-Jan

Tendências do Turismo 2026-2030: Além da Hospedagem

Descubra os 30 destinos de aluguel por temporada que farão bilhões em 2026
Turismo regional em Bonito (Gemni/IA)
  1. Turismo regional crescente: destinos menores como Bonito, Pirenópolis, Capitólio atraem visitantes que buscam experiências exclusivas.
  2. Experiências premium e sustentáveis: ecoturismo, gastronomia e roteiros culturais tornam-se diferenciais estratégicos.
  3. Digitalização completa: reservas inteligentes, análise de demanda e gestão de reputação impulsionam resultados.
  4. Integração econômica: aluguel por temporada gera impacto direto em serviços, transporte e comércio.
  5. Gestão da sazonalidade: feriados, férias escolares e eventos exigem planejamento estratégico para maximizar ocupação e faturamento médio.

Enquanto turistas e investidores buscam informações, algumas perguntas surgem naturalmente:

  • Qual cidade tem maior ocupação em temporada de verão 2026?
  • Destinos como Florianópolis, Búzios e Balneário Camboriú lideram, com 85% a 90% de ocupação média, segundo dados inéditos do CasaTemporada.
  • Onde alugar casa com melhor custo-benefício no Nordeste?
  • Cidades como João Pessoa, Porto Seguro e Maceió apresentam diárias competitivas, combinadas com excelente infraestrutura turística e alta demanda.
  • Quais destinos oferecem experiências premium de ecoturismo?
  • Bonito, Pirenópolis e Capitólio oferecem roteiros exclusivos de natureza, trilhas, passeios de barco e hospedagem diferenciada, movimentando também o comércio local e serviços turísticos.

Essas informações não apenas respondem às dúvidas dos viajantes, mas também fornecem insights econômicos valiosos para investidores e gestores.

O aluguel por temporada se consolida como vetor econômico e estratégico do turismo brasileiro. Com gestão inteligente, dados inéditos e digitalização, cidades como Florianópolis, Cabo Frio, Pirenópolis, Capitólio e Balneário Camboriú lideram a transformação do setor. Até 2030, o mercado projeta alta ocupação, faturamento consistente e crescimento sustentável, mostrando que investir em aluguel por temporada não é apenas tendência, mas uma estratégia econômica inteligente e lucrativa para o Brasil.

Fonte: CasaTemporada.com 2025-2026; projeções baseadas em tendências de ocupação e sazonalidade do mercado de aluguel por temporada. Mais informações no site.