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Em 17 de dezembro de 2021, quando a Itapemirim anunciou a suspensão temporária de suas operações aéreas, a Anac suspendeu cautelarmente o COA da empresa (Eric Ribeiro/M&E)

Um dia depois da Baufaker Consulting, empresa financeira controlada e administrada por brasileiros, como o empresário Galeb Baufaker Junior, desistir de adquirir a ITA Transportes Aéreos, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) revogou, em caráter definitivo, o Certificado de Operador Aéreo (COA) concedido à companhia aérea, encerrando assim um curto capítulo de mais uma companhia aérea brasileira. O órgão decidiu ainda pela interrupção da prerrogativa para exploração de serviço aéreo no país.

Em 17 de dezembro de 2021, quando a Itapemirim anunciou a suspensão temporária de suas operações aéreas, a Anac suspendeu cautelarmente o COA da empresa e determinou que a aérea prestasse atendimento integral a todos os passageiros atingidos pelos cancelamentos de voos, bem como garantisse o reembolso das passagens aéreas comercializadas. Em 7 de janeiro de 2022, a Agência proibiu que a ITA retomasse a comercialização de passagens aéreas.

“Desde a suspensão das operações, a Itapemirim deixou de responder às reclamações apresentadas no Consumidor.gov.br, razão pela qual foi excluída da plataforma administrada pelo MJSP. Um total de 6.657 reclamações foram registradas contra a empresa. Mesmo com a exclusão, a empresa segue visível no sistema, onde é possível verificar o histórico das manifestações registradas”, informou a Anac.