Cidadãos de mais 36 países podem ser barrados de entrar nos EUA devido à preocupações
Nações precisarão cumprir critérios estabelecidos no prazo de 60 dias (Beatriz do Vale/M&E)

O governo dos Estados Unidos está considerando restringir ainda mais a entrada no país a cidadãos de mais 36 países, de acordo com jornais locais. Na mensagem assinada pelo Secretário de Estado, Marco Rubio, a qual tiveram acesso, são delineadas uma dúzia de preocupações sobre os países.

“O Departamento identificou 36 países preocupantes que podem receber recomendação de suspensão total ou parcial da entrada caso não cumpram os critérios e requisitos estabelecidos em até 60 dias”, consta no texto.

Documentos pouco confiáveis, problemas de segurança nos passaportes, cidadãos envolvidos em atividades terroristas nos EUA ou com comportamentos antissemitas ou antiamericanos, estão entre as preocupações.

“Estamos constantemente reavaliando políticas para assegurar a segurança de americanos que cidadãos estrangeiros sigam nossas leis”, afirmou um oficial do Departamento de Estado à Reuters.

Estão sob análise:

  • Angola
  • Antígua e Barbuda
  • Benin
  • Butão
  • Burquina Fasso
  • Cabo Verde
  • Camboja
  • Camarões
  • Costa do Marfim
  • República Democrática do Congo
  • Djibuti
  • Dominica
  • Etiópia
  • Egito
  • Gabão
  • Gâmbia
  • Gana
  • Quirguistão
  • Libéria
  • Malaui
  • Mauritânia
  • Níger
  • Nigéria
  • São Cristóvão e Neves
  • Santa Lúcia
  • São Tomé e Príncipe
  • Senegal
  • Sudão do Sul
  • Síria
  • Tanzânia
  • Tonga
  • Tuvalu
  • Uganda
  • Vanuatu
  • Zâmbia
  • Zimbábue

Caso as restrições se confirmem, essas nações se juntam às outras 19 que já sofrem limitações totais ou parciais de acesso aos EUA:

  • Afeganistão
  • Chade
  • Congo
  • Eritreia
  • Guiné Equatorial
  • Haiti
  • Irã
  • Iêmen
  • Líbia
  • Mianmar
  • Somália
  • Sudão
  • Burundi
  • Cuba
  • Laos
  • Serra Leoa
  • Togo
  • Turcomenistão
  • Venezuela