
A BeFly afirmou que mantém operação regular, crescimento sustentado e estabilidade no relacionamento com clientes e parceiros após o colapso do Banco Master. O posicionamento ocorre em meio à repercussão de reportagens que associam a expansão da companhia ao banco, alvo de investigações e liquidação recente.
Em nota, a empresa informou que o banco atuou exclusivamente como parceiro financeiro entre 2021 e 2022, por meio de linhas de crédito utilizadas em aquisições. Segundo a BeFly, não houve participação societária da instituição. “Seguimos adimplentes com todas as obrigações, inclusive após a liquidação da instituição”, declarou.
A companhia também afirmou que não registrou impactos relevantes decorrentes dessa relação. De acordo com o pronunciamento, o negócio segue operando normalmente, com atendimento a cerca de 8 mil clientes corporativos e venda mensal de aproximadamente 700 mil passagens aéreas.
Befly projeta crescimento bilionário em 2026

Os dados apresentados pela empresa indicam crescimento de 20% em 2025, com faturamento superior a R$ 11,5 bilhões. A projeção para 2026 é alcançar cerca de R$ 12 bilhões. A BeFly também informou contar com aproximadamente 2,3 mil colaboradores e manter posição entre as maiores empresas de turismo da América Latina.
A manifestação ocorre após reportagem publicada pela Folha de S.Paulo apontar que o crescimento acelerado da holding foi impulsionado por recursos ligados ao banco e a fundos associados ao empresário Daniel Vorcaro.
A matéria também menciona disputas arbitrais envolvendo ativos adquiridos pela companhia e questionamentos no mercado sobre os efeitos da crise financeira nas operações do grupo .
Em nota, a BeFly reforça que mantém “padrões rigorosos de governança e compliance” e que sua estrutura financeira está baseada em crescimento orgânico e diversificação de negócios.







