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Destinos / Política

Sergipe solicita estudo geológico preventivo nos cânions de Xingó

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Governo de Sergipe definiu que irá solicitar um estudo geológico preventivo nos Cânions de Xingó (Cleverton Ribeiro/MTur)

Após reunião virtual do Fórum Nacional dos Secretários e Dirigentes de turismo (Fornatur), realizada nesta segunda-feira (10), para discutir medidas que possam ser adotadas em nível nacional para evitar novas tragédias como a de Capitólio (MG), no sábado (8), o Governo de Sergipe definiu que irá solicitar um estudo geológico preventivo nos Cânions de Xingó para tranquilizar população e turistas.

O secretário de Estado do Turismo de Sergipe, Sales Neto, participou da videoconferência, que contou com a participação do ministro do Turismo, Gilson Machado Neto, afirmou que desde o dia em que aconteceu a tragédia em Capitólio, os estados de Sergipe e Alagoas estão sendo muito demandados por conta dos cânions e, desta forma, vêm mantendo constante diálogo sobre as diferenças em relação às questões geológicas, a fim de tranquilizar as pessoas da região e os turistas.

“Os cânions de Xingó representam o principal ponto turístico do nosso estado, por isso é muito importante que continuemos com as operações turísticas, então sugerimos ao ministro do Turismo que converse internamente no governo federal para nos auxiliar juntamente com as Defesas Civis, por intermédio do CPRM, que é um órgão ligado ao Ministério de Minas e Energia, para dar início a estudos geológicos aprofundados, especificamente nas áreas de banhos onde os turistas visitam, em Sergipe e Alagoas”, salientou Sales Neto.

Sales Neto, secretário de Turismo de Sergipe , participou da reunião do Fornatur (Foto divulgação)

Sales Neto, secretário de Turismo de Sergipe , participou da reunião do Fornatur (Divulgação)

Sales Neto explica que, embora os Cânions de Xingó tenham uma similaridade visual com Capitólio, as características geológicas dos locais são muito diferentes. Segundo ele, as formações rochosas de Sergipe e Alagoas, por exemplo, não possuem cachoeiras nem nascentes de águas em cima dos cânions, e que a região também possui baixo índice pluviométrico, diferente de Minas, onde chove muito. “Gostaríamos de um encaminhamento junto ao Governo Federal, Ministério do Turismo e esse órgão do Ministério de Minas e Energia para que, juntos com as nossas Defesas Civis, possamos trabalhar um estudo geológico o mais breve possível e tranquilizar nossos visitantes”, disse.

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