Wellness
Amazon Parques & Resorts (Divulgação)

A economia do bem-estar movimentou US$ 125,4 bilhões no Brasil, segundo o levantamento mais recente do Global Wellness Institute (GWI), colocando o país na 11ª posição entre 145 mercados analisados. O crescimento do segmento também influencia o turismo e abre espaço para novos modelos de negócios imobiliários, com empreendimentos que combinam hospitalidade, sustentabilidade e contato com a natureza.

O comportamento dos viajantes acompanha essa tendência. Segundo a Booking.com, 87% dos brasileiros consideram as viagens um investimento direto em qualidade de vida. Em escala global, o GWI projeta que o turismo de bem-estar alcance US$ 1,38 trilhão até 2029, impulsionando projetos voltados à regeneração ambiental e ao consumo mais racional de recursos.

Multipropriedade e sustentabilidade

Em Penha, no litoral norte de Santa Catarina, o Amazon Parques & Resorts, complexo de temática amazônica em construção, aposta na combinação entre wellness, economia compartilhada e sustentabilidade. O empreendimento utiliza o modelo de multipropriedade, associado às vantagens da intercambiadora RCI, para ampliar o acesso às unidades e otimizar o uso do espaço.

“Ao invés de erguer dezenas de propriedades que ficam ociosas a maior parte do ano, o modelo fracionado garante que diferentes famílias utilizem a mesma pegada física e de carbono, otimizando o uso do solo e dos recursos naturais”, afirma Roberto Kwon, presidente do Amazon Parques & Resorts.

O projeto terá mais de 9 mil m² de áreas de lazer e paisagismo biofílico, além de 230 placas fotovoltaicas, sistema de captação de água da chuva, estação própria de tratamento de efluentes e plantio de mais de 2 mil mudas nativas.

A localização também integra a proposta, com proximidade do Beto Carrero World, praias agrestes e áreas naturais preservadas, além de acesso a rodovias, aeroportos e destinos como Balneário Camboriú e Itapema.

“Hoje, a estrutura de lazer é mais um requisito. A forma como o empreendimento utiliza energia, água, a sua localização focada em quem prioriza wellness e contato com a natureza, e que dialoga com a vegetação do entorno é o que define a experiência de bem-estar exigida pelo viajante contemporâneo”, avalia Kwon.