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Agências e Operadoras / Tecnologia

LGPD: Como se enquadrar às novas normas e proteger seu cliente com tecnologia

Entenda como se adequar à lei e usufruir de dicas de segurança para evitar punições, desvalorização da marca e até falência

Entenda como se adequar à lei e usufruir de dicas de segurança para evitar punições, desvalorização da marca e até falência. Foto: Cristian Storto/Divulgação

Entenda como se adequar à lei e usufruir de dicas de segurança para evitar punições, desvalorização da marca e até falência (Cristian Storto/Divulgação)

Estamos mais vulneráveis a ataques hackers e, ao mesmo tempo, com mais ferramentas de proteção do que nunca. De 2020 para cá, a migração dos escritórios para o regime home office, impulsionados pela pandemia de Covid-19, e o início da vigência da Lei Nº 13.709 ou Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), em 18 de setembro de 2020, se tornaram marcos sociais de alta repercussão.

Apesar das consequências da crise biossanitária, que ainda assola o mundo, grandes avanços foram feitos. Conforme a pesquisa Global Digital Trust Insights 2022, aproximadamente 83% das organizações empresariais no Brasil devem aumentar o investimento em segurança cibernética neste ano, e desses, 45% vislumbram aplicações acima de 10%.

O estudo foi conduzido pela PwC Digital Trust Insights com 3.600 executivos de negócios, tecnologia e segurança alocados na Europa Ocidental (33%), América do Norte (26%), Ásia-Pacífico (18%), América Latina (10%), Europa Oriental (4%), Oriente Médio (4%) e África (4%).

“É essencial que haja uma mudança na cultura organizacional da empresa, a fim de definir estratégias de cibersegurança que previnam ataques hackers, além de construir um conjunto de ações de contingência em caso de sequestro de dados. No entanto, infelizmente, é comum ver essa mudança de mindset somente após riscos iminentes ou ataques com danos graves”, alerta Anderson Medeiros, consultor especialista em cibersegurança.

“É essencial que haja uma mudança na cultura organizacional da empresa, a fim de definir estratégias de cibersegurança que previnam ataques hackers, além de construir um conjunto de ações de contingência em caso de sequestro de dados”

O resultado traz esperança ao setor, já que a urgência para a migração no sistema de trabalho remoto escancarou a precariedade estrutural nas residências dos colaboradores. A modalidade foi adotada por cerca de 10% dos trabalhadores do País, segundo a pesquisa do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV), de 2021.

A concentração dos profissionais em home office se deu em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. O estudo da FGV também cruzou informações do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) detectando queda no potencial de trabalho a distância, de 28% do total de empregados para 20,8%, na comparação entre os anos de 2019 e 2020. A análise considerou apenas fatores como eletricidade, internet e computador.

“O cibercrime está em constante evolução, por isso nem as empresas, nem os consumidores, podem baixar a guarda. Os atacantes estão sempre atentos às últimas tendências e tecnologias para fisgar o maior número possível de vítimas”

A migração repentina representa ainda a abertura de brechas no sistema de segurança de empresas privadas e organizações de diferentes perfis, facilitando ataques hackers. Prova disso é o aumento de 30% nas investidas em 2020, que gerou prejuízos de R$ 32,4 bilhões para as corporações brasileiras, conforme dados da Microsoft.

“O cibercrime está em constante evolução, por isso nem as empresas, nem os consumidores, podem baixar a guarda. Os atacantes estão sempre atentos às últimas tendências e tecnologias para fisgar o maior número possível de vítimas”, aponta Dmitry Bestuzhev, diretor da Equipe Global de Pesquisa e Análise (GReAT) da Kaspersky para a América Latina.

Qual a relação da LGPD com a segurança digital e como proteger seu cliente e a si mesmo de ataques maliciosos? A fim de responder essa e muitas outras questões que acompanham o tema, o MERCADO & EVENTOS conversou com especialistas. Confira o texto completo nas PÁGINAS 10, 11 e 12 da edição digital do M&E de número 430.

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