Em entrevista ao jornal Diario Económico de Portugal, Germán Efromovich disse que foi “surpreendido pela decisão do Executivo em não lhe vender a Tap”.
O empresário garante que tudo não passa de um “mal-entendido”, já que as garantias bancárias não foram apresentadas porque só o teriam de ser no dia da assinatura do contrato de venda – 27 de dezembro. “Se vai comprar uma casa, enquanto o vendedor não disser que aceita a sua oferta não paga”, exemplificou em entrevista telefônica ao Diário Económico.
Efromovich garantiu que tem todas as condições para honrar o que está inscrito na proposta vinculativa, desmente quaisquer dificuldades financeiras do grupo Synergie e reconhece que gostaria de ver o Governo voltar atrás nesta decisão. Caso não o faça, o empresário vai continuar a procurar possibilidades de expansão na Europa e rejeita interesse na operação de manutenção no Brasil.
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