
A Royal Air Maroc anunciou, nessa quarta-feira (27), a inserção da quinta frequência do voo São Paulo e Casablanca com previsão de inicio entre novembro e dezembro deste ano. A iniciativa responde a programação da temporada de inverno 2026–2027.
“Nosso foco é construir crescimento sustentável, com consistência operacional e visão de longo prazo. O Brasil ocupa posição central nesse planejamento, tanto pelo fluxo entre os dois países quanto pelo papel estratégico que desempenha na conectividade da nossa rede internacional”, afirma Othman Baba, diretor regional da Royal Air Maroc para a América do Sul .
A expansão reforça a estratégia de crescimento progressivo da Royal Air Maroc no Brasil, mercado que considera chegar a frequências diárias até 2028, além de planejar a abertura da operação no Rio de Janeiro em 2027.
“O Brasil tem se consolidado como um mercado estratégico para a Royal Air Maroc, sustentado por resultados operacionais positivos e por uma demanda consistente. A ampliação para uma quinta frequência reflete esse desenvolvimento gradual e a confiança da companhia no potencial de evolução da operação brasileira nos próximos anos”, afirma Othman Baba, diretor regional da Royal Air Maroc para a América do Sul.
Assim como em outras operações intercontinentais da Royal Air Maroc, a quinta frequência também será operada com o Boeing 787-9 Dreamliner. Os detalhes sobre o início das vendas, dia e o horário da nova frequência serão anunciados posteriormente.
Royal Air Maroc no Brasil

Atualmente, a Royal Air Maroc opera quatro voos semanais diretos entre São Paulo e Casablanca. As partidas de Guarulhos acontecem às terças, quartas, sextas e domingos, com decolagem às 00h30 e chegada às 13h25 (horário local). No sentido inverso, os voos partem de Casablanca às segundas, terças, quintas e sábados, com saída às 16h50 e pouso em São Paulo às 22h30 (horário local).
A rota conecta o mercado brasileiro ao hub internacional da companhia, no Aeroporto Mohammed V, permitindo acesso a cerca de 100 destinos em 46 países na África, Europa, Ásia e América do Norte.
“O Brasil desempenha um papel estratégico dentro da nossa rede internacional, tanto pelo fluxo entre os dois países quanto pelo potencial de conectividade que representa dentro da nossa malha global. Seguimos comprometidos com um crescimento estruturado e sustentável neste mercado”, completa Baba.







