Digicel e Marriott International começaram nesta quinta-feira (20) a construção do primeiro hotel da marca Marriott Hotel & Resort de 175 quartos em Porto Príncipe.
A propriedade, avaliada em US$45 milhões e localizada na região de Turgeau, abrirá suas portas no primeiro semestre de 2015 e será o primeiro hotel afiliado a qualquer bandeira internacional no país que possuirá quatro estrelas.
A cerimônia para o lançamento da pedra fundamental do novo hotel contou com a presença de Arne Sorenson, presidente e CEO da Marriott International, Denis O’Brien, presidente e fundador da Digicel, e Stéphanie Balmir Villedrouin, ministra de Turismo do Haiti.
Digicel Group é a empresa responsável pelo projeto e construção do hotel e escolheu a Marriott International como seu sócio operador sob um acordo de gestão de longo prazo. Além de gerar mais de 200 novos empregos no Haiti, a Marriott investirá no treinamento de hospitalidade para os colaboradores para beneficiar o setor de Turismo do país.
Ao comentar sobre o projeto, o presidente de Digicel disse, “Estamos muito contentes em ajudar a marca Marriott Hotels & Resorts, líder de hotéis no mundo, a estabelecer-se no Haiti. O hotel será não apenas uma solução para problemas de oferta de hospedagem na cidade, como também criará empregos, atrairá visitantes estrangeiros e espalhará uma visão positiva do Haiti como um bom lugar para investir e fazer negócios, animando a outros a considerar as oportunidades daqui”.
“Como empresa hoteleira líder, vimos necessidade de um hotel de excelência no Haiti para satisfazer as exigências da crescente onda de turistas e empresários ao país”, disse Arne Sorenson, presidente e CEO de Marriott International. “Acreditamos que ao investir capital, criar empregos e desenvolver o talento humano no Haiti, podemos ajudar a voltar a posicionar o país como um dos principais destinos caribenhos de turismo e negócios. Estamos trabalhando com os Ministros de Turismo e Eduçacão para apoiar as instituicões existentes em melhorar o nível de treinamento de hospitalidade”.
Filipe Cerolim







