
A Gol Linhas Aéreas anunciou sua maior oferta de voos já registrada no Rio de Janeiro. Entre julho e dezembro de 2025, a companhia projeta 39 mil operações e 7 milhões de assentos nos aeroportos RIOgaleão (GIG) e Santos Dumont (SDU), volume 21% superior ao mesmo período do ano passado.
O destaque está no RIOgaleão, onde a empresa atingirá até 170 voos diários, maior número já documentado por uma única companhia no terminal. No segundo semestre, serão 29 mil operações e 5,3 milhões de assentos, com crescimento de 22% em relação ao primeiro semestre do ano e mais de 30% na comparação com 2024. Frente a 2023, quando a gestão aeroportuária ainda era diferente, a expansão chega a 150%.
No Santos Dumont, a Gol mantém até 30 decolagens diárias para Congonhas (SP) e Brasília (DF). “A Gol é, tradicionalmente, a operadora líder na oferta de voos e assentos no mercado carioca. Com a mudança no sistema de aeroportos do Rio no fim de 2023, aceleramos o crescimento no RIOgaleão, transformando-o em um hub potente, com alta conectividade e atratividade às operações internacionais”, afirmou Mateus Pongeluppi, vice-presidente Comercial da companhia.
Além da ampliação na malha, o hub carioca ganhou novos destinos. Desde agosto, a Gol opera voos diários sem escalas para Porto Seguro (BA), somando 32 opções domésticas e internacionais a partir do aeroporto internacional. Em janeiro de 2026, será a vez de Mendoza, na Argentina, se juntar à lista, que já inclui Buenos Aires (EZE e AEP), Córdoba, Rosário e Montevidéu.
Patrick Fehring, diretor de Negócios Aéreos do RIOgaleão, destacou o impacto econômico: “Com uma malha robusta e diversificada, o Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro tornou-se o foco dessa expansão histórica. Esse movimento reforça nosso papel estratégico, amplia a conectividade da cidade e consolida aeroporto e empresa como motores da economia carioca”.
O reforço da Gol também se conecta às parcerias com Avianca, Air France-KLM e American Airlines, que permitirão ligações sem escalas para outros seis destinos internacionais no segundo semestre, incluindo Europa, América Latina e América do Norte.






