
A Lemontech completa 16 anos de operação em setembro em meio à transformação da gestão de viagens corporativas. Mais do que emitir passagens e reservar hotéis, as plataformas do setor passaram a integrar políticas internas, aprovações, despesas, dados e diferentes sistemas, colocando a tecnologia no centro da operação.
O movimento acompanha o crescimento do mercado. Segundo a Global Business Travel Association (GBTA), os gastos globais com viagens de negócios podem chegar a US$ 1,71 trilhão em 2026, enquanto o número de viagens corporativas deve superar 1,84 bilhão.
A entidade aponta ainda que 65% das empresas exigem ou incentivam reservas por meio de uma TMC ou ferramenta corporativa de reservas online, reforçando a busca por processos mais estruturados.
Integração ainda é desafio
Apesar dos avanços, a falta de integração entre sistemas e dados continua sendo um dos obstáculos para a evolução dos programas de viagens. Pesquisa da GBTA realizada em maio de 2026 identificou lacunas em tecnologia, dados, atendimento e distribuição hoteleira que ainda geram dificuldades para empresas e viajantes.
Para Juliana Costa, diretora de Relacionamento e Vendas da Lemontech, a demanda dos clientes está cada vez mais concentrada na automação de tarefas e na integração das informações.
“As empresas chegam com questões muito concretas do dia a dia. Muitas vezes, o desafio está em uma etapa que ainda depende de trabalho manual ou de informações que não conversam entre si. É a partir desse tipo de necessidade que a discussão sobre tecnologia fica mais prática e também mais relevante para quem está na operação”, afirma.
Tecnologia no centro da operação
A expectativa é que a automação avance sobre diferentes etapas da jornada corporativa, reunindo solicitações, aprovações, despesas, políticas e dados em processos mais integrados.
“Seguimos acompanhando as principais tendências do mercado e ouvindo nossos clientes para entender como a tecnologia pode responder melhor às demandas da operação e dos usuários da plataforma. É a partir dessa escuta que conseguimos direcionar quais soluções fazem sentido para a rotina das empresas”, completa Juliana.







