Na Europa, os governos estão flexibilizando as regras de Covid-19 para manter hospitais, escolas e serviços de emergência funcionando, mesmo com o avanço da variante Ômicron. Embora um aumento recorde de infecções ainda não tenha atingido o pico na Europa, o primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, disse ser o momento certo para começar a avaliar a evolução da doença “com diferentes parâmetros”.

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Reino Unido, Suíça, Espanha e Bélgica reduziram os períodos de quarentena e facilitaram as condições para o retorno dos funcionários ao trabalho

Os governos da Europa também impuseram lockdowns severos nas primeiras fases da pandemia, com enormes danos às economias, mas agora querem evitar isso, sabendo que a Ômicron está sendo muito menos grave em termos de hospitalização por conta da vacinação avançada.

Os países também estão sofrendo com a falta imediata de funcionários em serviços essenciais, à medida que a Ômicron impulsiona um aumento nos testes positivos. Tanto é que Reino Unido, Suíça, Espanha e Bélgica reduziram os períodos de quarentena e facilitaram as condições para o retorno dos funcionários ao trabalho.

Na França, o número de pessoas hospitalizadas com Covid-19 aumentou em 767, o maior salto desde abril de 2021, embora o número total, de 22.749, ainda esteja em torno de dois terços do pico, estabelecido em novembro de 2020.

O Reino Unido começou a usar militares para apoiar o serviço de saúde e alertou sua maior empresa privada de saúde de que poderia ser necessário o repasse de tratamentos, incluindo cirurgias contra o câncer.

A Espanha estava trazendo de volta médicos aposentados. Na Itália, o desafio de quase 13 mil profissionais de saúde ausentes com testes positivos de covid-19 foi agravado por suspensões por não vacinação.

Fonte: Agência Brasil