
A Boeing anunciou que irá reduzir o ritmo de produção de B787s e B777s de forma gradual até 2022. Enquanto a taxa de B787s produzidos cairá de 14 para dez unidades por mês em 2020 e para apenas sete/mês em 2022, o volume de produção do B777 cairá de cinco para três aeronaves/mês em 2021. A fabricante norte-americana ainda confirmou que a produção de um B747 a cada dois meses e três B767s por mês permanecerão com o ritmo inalterado.
“Não alteraremos o ritmo de produção do B767 e do B747 no momento. Esses programas são direcionados ao mercado de cargas e aproximadamente metade da linha de produção do B767 é dedicada ao programa Tanker. Todas estas decisões estão baseadas em nossa atual avaliação do ambiente de demanda, levando em consideração uma série de riscos e oportunidades”, afirmou o CEO da Boeing, David Calhoun, durante conferência trimestral com investidores.
A fabricante disse ainda que avaliaria a taxa de produção do B787 após 2022 para equilibrar oferta e demanda. “A demanda pelo B787 é bastante grande. Nossa suposição é que as rotas internacionais voltarão a ser operadas de forma muito mais lenta do que as domésticas. E, como resultado, o B787 sofre com isso“, completou o CEO Calhoun.







