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Cruzeiros / Política

Ministro do Turismo ressalta eficácia dos protocolos aprovados pela Anvisa

Gilson Machado Neto, ministro do Turismo

Gilson Machado Neto, ministro do Turismo

Logo após a suspensão da temporada de cruzeiros, o Ministério do Turismo informou que iria avaliar as “medidas cabíveis” sobre os casos de infecção por Covid-19 nos cruzeiros da temporada 2021/2022 no Brasil. Faltando poucos dias para o fim do prazo estipulado pela Associação Brasileira de Cruzeiros Marítimos (Clia Brasil) – dia 21 de janeiro -, o MERCADO & EVENTOS procurou o Ministério do Turismo para saber como estão as negociações para o retorno dos cruzeiros.

O ministro Gilson Machado Neto informou que o MTur segue participando das discussões em âmbito do governo federal, coordenadas pela Casa Civil, com os demais órgãos competentes como os ministérios da Saúde, da Infraestrutura, da Justiça e Segurança Pública e a Anvisa. Disse também que estão ocorrendo reuniões com todos os municípios e estados que estão na programação da temporada de cruzeiros no Brasil, assim como com as operadoras de cruzeiros.

“É importante reforçar que a identificação de casos positivos para Covid-19 só foi possível devido a exames realizados pelas próprias empresas de cruzeiros, conforme rígidos protocolos de segurança para transporte aquaviário previamente aprovados pela Anvisa.”

“O objetivo é avaliar esse primeiro período de operação de cruzeiros e verificar as possíveis ações para mitigar os problemas encontrados, buscando aprimorar condutas, protocolos e alinhar procedimentos operacionais com os destinos, portos e autoridades sanitárias, diante da situação epidemiológica do país. Com a conclusão desse debate nos próximos dias, será possível então termos um posicionamento final sobre o assunto, que possa garantir a segurança dos turistas, tripulações e cidadãos das cidades receptoras”, explicou Machado Neto.

Ele também ressaltou a eficácia dos protocolos adotados pelas armadoras e aprovados pela Anvisa. “É importante reforçar que a identificação de casos positivos para Covid-19 só foi possível devido a exames realizados pelas próprias empresas de cruzeiros, conforme rígidos protocolos de segurança para transporte aquaviário previamente aprovados pela Anvisa e que 99% dos que testaram positivo estão assintomáticos ou apresentam sintomas leves”, concluiu.

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