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Cruzeiros

Suspensão da temporada de cruzeiros é prorrogada até 4 de fevereiro

Marco Ferraz, presidente da Clia Brasil (Eric Ribeiro M&E)

Marco Ferraz, presidente da Clia Brasil (Eric Ribeiro/M&E)

A Associação Brasileira de Cruzeiros Marítimos (Clia Brasil), junto da Costa Cruzeiros e MSC Cruzeiros, que operam nesta temporada no Brasil, decidiu prorrogar a suspensão da temporada de cruzeiros até 4 de fevereiro. Até então, as viagens seriam retomadas no dia 21. A medida voluntária do setor se dá a fim de manter a continuidade das discussões com as autoridades competentes para o alinhamento burocrático necessário que permita o retomo das atividades do setor.

A entidade afirma ainda que a decisão contrasta com a evolução positiva nos Estados Unidos, onde as autoridades de saúde reconheceram a eficácia dos protocolos da indústria de cruzeiros e anunciaram a elevação do Conditional Sailing Order (CSO), que ajudou a orientar o retorno do setor às operações na América do Norte. O governo dos EUA confirmou na última quarta-feira, 12 de janeiro, que a CSO fará a transição para um programa voluntário em 15 de janeiro.

Os protocolos de segurança serão mantidos. No Brasil, as medidas de segurança exigem que todos os hóspedes estejam com o ciclo vacinal completo, apresentem testes negativos antes do embarque, testagem contínua a bordo, uso de máscaras, distanciamento social e menor ocupação dos navios, entre outros protocolos.

Segundo a Clia, os cruzeiros são o único segmento que exige, antes do embarque para passageiros e tripulantes, níveis extremamente altos de vacinação e 100% de testes de cada indivíduo. No Brasil, os protocolos exigem que todos os hóspedes estejam com o ciclo vacinal completo, apresentem testes negativos antes do embarque, testagem contínua a bordo, uso de máscaras, distanciamento social e menor ocupação dos navios, entre outros protocolos.

“Quando os casos são identificados como resultado da alta frequência dos testes a bordo, os protocolos dos navios de cruzeiro ajudam a maximizar a contenção com procedimentos de resposta rápida projetados para proteger todos os hóspedes e tripulantes, bem como as comunidades que os navios visitam. Além disso, os cruzeiros são o único setor que monitora, coleta e relata continuamente informações de casos diretamente aos orgãos governamentais”, informou.

Por fim, a Clia lembrou que, dada essa supervisão e a taxa excepcionalmente alta de vacinação exigida a bordo, a incidência de doenças graves é dramaticamente menor do que em terra, e as hospitalizações têm sido extraordinariamente raras. “Os membros da Clia continuarão a trabalhar em conjunto com as autoridades, sempre guiados pela ciência e pelo princípio de colocar as pessoas em primeiro lugar, com medidas comprovadas que são adaptadas conforme os cenários e que garantem a proteção da saúde dos passageiros, tripulantes e das comunidades que recebem os cruzeiros”.

Anvisa recomendou suspensão definitiva da temporada

A prorrogação acontece um dia depois da Anvisa recomendar ao Ministério da Saúde e à Casa Civil da Presidência da República a suspensão definitiva da temporada de cruzeiros no Brasil, como “ação necessária à proteção da saúde da população”. O documento encaminhado às pastas contém a apresentação do cenário epidemiológico de Covid-19 nos cruzeiros que operam na temporada, incluindo as intercorrências ocorridas, por embarcação, desde o início de suas operações.

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