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Política

Embratur: promoção do Brasil já sofre as consequências sem decisão do Congresso

Vinicius Lummertzs, presidente da Embratur

Vinicius Lummertz, presidente da Embratur (Eric Ribeiro/M&E)

BUENOS AIRES – O adiamento da decisão do Congresso Nacional de transformar a Embratur numa agência de promoção turística já começa a atrapalhar os planos do órgão responsável por promover o Brasil no exterior. Como divulgado pelo M&E, a ideia do presidente da Embratur, Vinicius Lummertz, era que a votação ocorresse ainda em setembro. Na época, Lummertz falou dos problemas que poderia enfrentar com este projeto parado no Congresso.

Hoje, o prejuízo já é uma realidade. “Está atrapalhando nosso trabalho. Poderiamos investir muito mais e termos melhores resultados, mas hoje investimos o que temos. É óbvio que já enfrentamos as consequências, porque poderíamos ter um retorno muito maior neste período. Estamos perdendo tempo”, frisou Lummertz, que alfinetou o governo. “Os órgãos precisam ajudar o turismo. O que mais atrapalha são os níveis de governo e burocracia. É preciso liberar o país para que possamos trabalhar. Só temos juros e impostos e o que precisamos é o lucro”.

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