Crie um atalho do M&E no seu aparelho!
Toque e selecione Adicionar à tela de início.
De acordo com a legislação atual, informamos que a nossa empresa NÃO utiliza cookies para melhorar experiências a quem nos acessa. Por favor leia nossa Política de privacidade e saiba mais sobre a transparência e Governança Corporativa da nossa organização.
OK

Destinos / Turismo em Dados

Voos domésticos reservados no Brasil em maio atingem 64% do volume pré-pandemia

O turismo doméstico começa a mostrar uma recuperação gradual em todo o mundo. Apesar das viagens aéreas continuarem reduzidas em todo o planeta, alguns países já apresentam resultados positivos, como indica o relatório “Recovery Insights: Ready for Takeoff?”, realizado pelo Mastercard Economics Institute. Os gastos globais com gasolina, por exemplo, cresceram 13% em relação ao pico de 2019, refletindo a recuperação nas viagens terrestres.654No Brasil, a quantidade de voos domésticos reservados em maio já demonstra uma recuperação, com 64% do total registrado no último trimestre de 2019 – de acordo com a análise. Além disso, as viagens corporativas já chegaram a quase metade (45%) dos níveis pré-pandemia, enquanto as por lazer ou outras razões ainda estão em um terço (33%).

No caso dos voos internacionais, a situação é diferente: nos EUA, a quantidade já chega a 78% dos níveis registrados no fim de 2019, ao passo que no Brasil esse montante é de apenas 29% em relação ao mesmo período.

Além disso, no Brasil, os gastos com gasolina são 31% maiores do que eram no último trimestre de 2019, indicando um maior número de viagens terrestres. O consumo de combustível por parte de companhias aéreas, no entanto, ainda é baixo: no Brasil é atualmente 80% menor do que era no fim de 2019.

“Embora tenha havido uma impressionante recuperação nas viagens aéreas domésticas em vários mercados, a retomada não acontecerá da noite para o dia. A pandemia reduziu o setor a níveis de gastos que não vemos há mais de 15 anos”, disse Bricklin Dwyer, economista-chefe da Mastercard e Diretor do Mastercard Economics Institute.

Receba nossas newsletters