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Feiras e Eventos

No segundo dia da Fita, autoridades debatem oportunidades para Turismo

Deputada estadual Ana Cunha, secretário nacional de Desenvolvimento e Criatividade do Turismo, Fábio Pinheiro, e o secretário de Turismo do Pará, André Dias

Deputada Ana Cunha, secretário nacional de Desenvolvimento e Competitividade do Turismo, Fábio Pinheiro, e secretário de Turismo do Pará, André Dias

BELÉM – Políticas Públicas e suas consequências para o desenvolvimento, financiamento e oportunidades paro o Turismo foram debatidas nesta sexta-feira (26) durante o primeiro módulo da programação técnica da 9ª Fita – Feira Internacional de Turismo da Amazônia 2012 realizada no Complexo Estação das Docas.

Fábio Pinheiro, secretário nacional de Desenvolvimento  e  Competitividade do Turismo, do Ministério do Turismo (MTur); Fabrício Amaral (GO), presidente da Goiás Turismo e vice-presidente da Fornatur – Fórum Nacional dos Secretários e Dirigentes Estaduais de Turismo; e o deputado federal Otávio Leite (PSDB/RJ) debateram o tema ”Políticas Públicas – Turismo, Cenários e Oportunidades”, presencial e hibridamente via online, no Teatro Maria Sylvia Nunes. O encontro foi moderado pela deputada estadual Ana Cunha (PSDB/PA) e o secretário de Turismo do Pará, André Dias, também esteve presente.

O deputado Otávio Leite, relator do projeto de lei que trata do novo Fungetur – Fundo Geral de Turismo, em tramitação na Câmara Federal para ser votado na próxima terça-feira, disse ser importantíssimo para o setor e, em especial “para a ponta, ou seja o pequeno empreendedor que poderá obter recursos com prazos e juros razoáveis”. Leite destacou a necessidade de “escoar mais fácil e rapidamente” recursos da ordem de R$ 5 bilhões do Fungetur, que até o momento foram gastos pouco mais de R$ 1,5 bilhão.

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Deputado Otávio Leite (online), deputada Ana Cunha, secretário do MTur, Fábio Pinheiro, e secretário de Turismo do Pará, André Dias

“O Turismo precisa de capital, seja público ou privado, para financiar equipamentos, estruturação de destinos e apoio para incentivar a construção de rodovias, entre outros serviços”, explicou. Na verdade, completou o deputado, o Turismo tem de assegurar uma dotação orçamentária que lhe permita ampliar para estados e municípios recursos essenciais para a promoção de destinos.

“O Turismo precisa de capital, seja público ou privado, para financiar equipamentos, estruturação de destinos e apoio para incentivar a construção de rodovias, entre outros serviços”, explicou Otávio Leite

O secretário nacional de Desenvolvimento e Competitividade do Turismo, Fábio Pinheiro, por sua vez, fez uma explanação sobre as ações do governo federal durante a pandemia para evitar o fechamento de atividades fins, bem como promoção de cursos de qualificação profissional para agentes do setor, entre outros. Todos os palestrantes aprovaram as medidas, ressaltando a importância das ações para o trade como um todo.

Pinheiro também destacou a mudança de comportamento do turista em tempos de pandemia e, agora mais recentemente, com o avanço da vacinação, nesta fase de pós-pandemia. “Todos os relatórios e tendências apontam que o novo turista busca contato com a natureza e atividades ao ar livre, experiências gastronômicas e turismo rural”, explicou, observando que o MTur já tinha novos projetos a serem colocados a estados e municípios para fortalecer esses segmentos antes do fechamento total.

“Discutimos aqui temas de extrema complexidade técnica. Temos de dialogar mais, sem dúvida e fortalecer cada dia mais a união de todos os segmentos em favor do Turismo”, completou.

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Fabrício Amaral, presidente da Goiás Turismo, deputada Ana Cunha e Fábio Pinheiro, secretário da MTur

O presidente da Goiásturismo, Fabrício Amaral, salientou  a importância de o MTur estar sempre aberto à discussão e próximo do Fornatur. “Se todos os atores do turismo não estarem, atuarem unidos e juntos, nada se consegue”, observou. O mais importante para o vice-presidente da Fornatur é a regionalização das atividades turísticas, envolvendo municípios afins de modo a “trabalhar com destinos próximos entre si. Esta, sem dúvida é a melhor resposta para o desenvolvimento”.

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