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Agências e Operadoras

CEO da CVC destaca desafios do setor e afirma que vão faltar hotéis e aviões

Leonel Andrade, CEO da CVC.

Leonel Andrade, CEO da CVC.

O CEO da CVC Corp, Leonel Andrade, participou nesta quarta-feira (10) do programa “E Agora, Brasil?”, que discutiu, nesta quarta-feira (10), o reaquecimento do turismo internacional no país. Embalado pelas críticas e sugestões de outros especialistas que estavam em debate, como o CEO da Latam Brasil, Jerome Cadier, que considera um Brasil uma tartaruga, Leonel afirmou que falta é um projeto de longo prazo do governo para alavancar o setor de turismo

“Precisamos de um projeto empresarial de longo prazo, estruturado pelo governo. O que não falta no mundo é dinheiro e investimento, mas como não apresentamos um projeto consistente, não conseguimos atrair nada lá de fora”, disse o CEO, que acima de tudo enxerga o momento com muito otimismo. “Temos uma demanda reprimida muito grande, e em curto prazo as vendas devem só aumentar. Costumo brincar que final do ano vão faltar aviões e hotéis, o que é um desafio, mas é um problema positivo comparado com tudo que vivemos. Porém, temos diversos desafios pela frente”, completou.

“Temos uma demanda reprimida muito grande, e em curto prazo as vendas devem só aumentar. Costumo brincar que final do ano vão faltar aviões e hotéis, o que é um desafio, mas é um problema positivo comparado com tudo que vivemos. Porém, temos diversos desafios pela frente”

De acordo com Leonel, entre os principais desafios do setor estão: a necessidade de criar produtos e serviços criativos e inovadores no pós-verão do ano que vem, o câmbio para retomada internacional, a retomada do corporativo, que deve acontecer apenas com a volta de eventos e feiras, agregado com a volta dos escritórios e principalmente o investimento em comunicação.

“Todos estes desafios necessitarão de um bom planejamento para serem superados. E cabe a todos nós do setor continuar investindo muito forte em comunicação. Temos baixos esforços do governo nesse segmento, teremos que ser cada vez mais ativos, até porque já vimos que a assistência pessoal tem sido o grande diferencial. A venda presencial ganhou um impulso muito grande durante a pandemia, porque as pessoas viram a necessidade de ter algum profissional para dar todo o suporte necessário”, finalizou Leonel.

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