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Empregos / Política

Mais de 1 bilhão de pessoas correm risco de demissão ou corte de salário, diz OIT

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Cerca de 1,25 bilhão de pessoas são extremamente vulneráveis, principalmente em hotéis, serviços de alimentação, manufatura e varejo

A Organização Internacional do Trabalho divulgou um relatório preocupante sobre as consequências do impacto econômico e social causado pela pandemia do coronavírus (Covid-19). De acordo com a OIT, com sede em Genebra, mais de 1 bilhão de trabalhadores correm “sério risco” de corte de salário ou perda de emprego em todo o mundo, consequência direta do isolamento que fechou fábricas, lojas e escolas em todo o mundo, afetando diretamente 2,7 bilhões de trabalhadores.

A queda drástica do setor de viagens e turismo, por exemplo, pode custar até US$ 2,1 trilhões ao PIB global. De acordo com o WTTC (Conselho Mundial de Viagens e Turismo), 75 milhões de postos de trabalho ligados ao setor turístico correm risco por conta da crise. E de acordo com a OIT, a pandemia está causando um impacto “profundo, abrangente e sem precedentes” no emprego, com mais de 1 bilhão de trabalhadores correndo sério risco de corte de salário ou perda de emprego.

Destes, 1,25 bilhão são extremamente vulneráveis, principalmente em hotéis, serviços de alimentação, manufatura e varejo. Isso representa cerca de 38% da força de trabalho global. “Esses trabalhadores estão enfrentando uma redução drástica e devastadora nas horas de trabalho, cortes de salários e demissões”, afirmou a OIT. “Empresas de diversos setores econômicos estão enfrentando perdas catastróficas, que ameaçam suas operações e solvência”, completou a organização.

A carga de trabalho também diminuirá com a crise econômica causada pelo novo coronavírus. A OIT estima que o horário de trabalho terá recuo de 6,7% neste trimstre, o que equivale a 195 milhões de trabalhadores em período integral. “Muitos dos mais afetados são aqueles que já são trabalhadores com baixos salários e têm menos acesso à cobertura de proteção social”, diz a OIT. “Isso pode ter um impacto negativo adicional na desigualdade já existente”, completou.

Fonte: O Globo

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