Seguro-viagem: você sabe quais são os 5 mitos que afetam a contratação?
Vitalcard reúne orientações para ajudar agentes a esclarecer dúvidas sobre seguro-viagem antes do embarque (Banco de imagens/ Magnific)

Você sabe quais são os cinco mitos que afetam a contratação do seguro-viagem? Com os feriados prolongados do segundo semestre se aproximando, a Vitalcard reuniu informações para orientar os agentes de viagens a esclarecer o que deve ser considerado no planejamento da viagem. 

“O mais importante é entender e assumir que segurança faz parte do roteiro”, diz Rafael Turra, especialista do setor e diretor da Vitalcard.

Segundo o executivo, a proteção pode ser considerada em diferentes perfis de viagem, como roteiros em família, viagens corporativas, intercâmbios, aventuras e escapadas de fim de semana. Ele afirma ainda que, nos casos de doença preexistente com agudização, o seguro oferecido pela Vitalcard prevê atendimento.

1 — O seguro só é necessário quando o destino exige

A obrigatoriedade de apresentação do seguro-viagem na entrada de determinados países não significa que a proteção só tenha utilidade nesses destinos. Emergências médicas, acidentes e extravio de bagagem podem ocorrer mesmo quando não existe exigência de contratação e gerar despesas durante a viagem.

2 — Viagens pelo Brasil não precisam de seguro

A proteção também pode ser considerada em viagens nacionais. Dependendo da apólice contratada, o seguro-viagem pode incluir assistência médica, cancelamento, cobertura de bagagem, traslado, assistência jurídica e outros serviços.

3 — Jovens e pessoas saudáveis não precisam de seguro

Idade e condição de saúde não eliminam a possibilidade de imprevistos. Acidentes, intoxicações alimentares, quedas, torções e problemas de saúde podem ocorrer durante uma viagem, independentemente do perfil do passageiro.

4 — O seguro do cartão de crédito cobre qualquer situação

Nem sempre. Os seguros vinculados a cartões de crédito podem exigir o cumprimento de determinadas condições para a utilização da cobertura e estabelecer limites de indenização, restrições de idade, período de permanência e tipos de eventos cobertos. A orientação é verificar as regras antes da viagem.

5 — Seguro-viagem é caro

Segundo a Vitalcard, o custo do seguro-viagem costuma representar menos de 3% do valor total da viagem. A empresa considera que esse valor deve ser comparado às despesas que podem surgir em situações como atendimento médico e outros imprevistos durante o deslocamento.

Oportunidades na venda de seguro-viagem para o segundo semestre

(Banco de imagens/ Magnific)
A segunda metade do ano concentra uma sequência de feriados que pode movimentar o calendário de viagens (Banco de imagens/ Magnific)

A segunda metade do ano concentra uma sequência de feriados que pode movimentar o calendário de viagens. Além das férias de julho, o período inclui 7 de setembro, 12 de outubro, 2 de novembro e 20 de novembro.

“Especialmente considerando o calendário de viagens do segundo semestre que, para além das férias de julho, tem os feriados em setembro, outubro e novembro se aproximando, a recomendação é simples: antes de fazer as malas, inclua o seguro-viagem na lista de prioridades”, diz Turra.