
Nova York é o destino internacional mais desejado pelos brasileiros para as festas de fim de ano. De acordo com levantamento da ViajaNet, a cidade concentrou 5% das buscas por pacotes entre 23 de dezembro e 1º de janeiro de 2024. E não é difícil entender o motivo: vitrines iluminadas, pistas de patinação e a contagem regressiva na Times Square transformam a metrópole em um grande cenário de cinema.
Entre os pontos mais procurados estão o Bryant Park, um dos espaços mais tradicionais do inverno nova-iorquino, com barracas de comida, lojinhas e pista de patinação, além das vitrines de Natal das lojas da 5ª Avenida. A virada do ano na Times Square, com sua bola de cristal e os painéis luminosos, continua sendo o grande clássico da cidade.
Mas, para aproveitar tudo com mais autonomia, especialistas reforçam que conhecer o inglês do dia a dia faz diferença, especialmente as gírias locais. “Em Nova York, o idioma tem sotaque próprio, expressões únicas e até preposições diferentes”, explica Reginaldo Kaeneêne Santos, CEO da KNN Idiomas.
Segundo ele, os nova-iorquinos dividem a cidade em cinco boroughs (distritos), e se locomover entre eles é parte da experiência. Para chamar um táxi, por exemplo, basta levantar a mão, gesto conhecido como hail a cab. Já quem atravessa a cidade de leste a oeste faz um crosstown, enquanto quem segue para o norte costuma ouvir a expressão uptown.
Até o jeito de falar sobre fila muda: enquanto o resto dos Estados Unidos diz stand in line (“ficar na fila”), em Nova York se fala stand on line. Dá até para puxar conversa: Are you standing on the line for too long? (“Você está esperando há muito tempo?”).
Na hora de comer, o clássico é o frank, o cachorro-quente vendido nas barracas de rua, os famosos hot dog carts.
“Dominar o inglês vai além do básico. É entender o comportamento, o vocabulário e a cultura da cidade. Isso transforma o turista em parte do ambiente, e não apenas em um visitante”, completa Santos.







