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Aviação

Boeing será obrigada a demitir cerca de 16 mil colaboradores

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A demissão em massa diminui o ritmo da produção e envolve cerca de 16 mil colaboradores em demissões involuntárias

Como consequência direta do impacto econômico causado pela pandemia do coronavírus (Covid-19) e dos problemas enfrentados com o B737 MAX desde março de 2019, a Boeing será obrigada a cortar 10% de sua força de trabalho. A decisão ocorre um dia depois da fabricante amargar um prejuízo de US$ 642 milhões no 1T20, maior do que as perdas acumuladas de 2019, e ver a demanda por novas aeronaves despencar.

A demissão em massa diminui o ritmo da produção e envolve cerca de 16 mil colaboradores em demissões involuntárias. A divisão de aeronaves comerciais será a mais atingida pelo corte, logo após a Boeing anunciar a redução da produção em linhas de montagens de aeronaves como o B787 Dreamliner e o B777. Além do corte global, a unidade comercial ainda será obrigada a demitir cerca de 15% de seus funcionários em breve.

O CEO da Boeing, David Calhoun, não tinha opção. Com mais de 2/3 das aeronaves em todo o mundo fora de operação,  uma queda de até 90% na demanda de passageiros e pedido de adiamento na entrega de novas aeronaves, a Boeing perdeu US$ 1,7 bilhão em operações principais apenas no primeiro trimestre. “A demanda por viagens aéreas comerciais caiu de um penhasco”, disse o CEO. “A pandemia também é como um soco em nossos negócios”, completou.

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No último dia 22 de abril, fontes revelaram à Agência France-Presse (AFP) que a Boeing demitiria 10% dos funcionários da divisão de aviação civil. A fabricante norte-americana já tinha iniciado no começo de abril um programa de demissão voluntária para reduzir os impactos financeiros provocados pela pandemia de coronavírus (Covid-19).

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